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Bitcoin vs. moedas tradicionais: principais diferenças explicadas

Beginner
Bitcoin
12 de sep de 2025
11 min de leitura
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Resumo detalhado

Na história do comércio, as trocas começaram com sistemas de escambo, onde as pessoas trocavam bens diretamente. Um agricultor poderia trocar grãos por ferramentas, ou um pastor poderia trocar animais por cerâmica. Embora simples, o escambo era ineficiente. Exigia uma “dupla coincidência de desejos”, significando que ambos os lados precisavam do que o outro oferecia, e não havia uma maneira fácil de medir o valor entre diferentes itens.

Para resolver isso, as sociedades recorreram ao dinheiro-mercadoria, itens amplamente reconhecidos como valiosos. Sal, grãos e, finalmente, ouro e prata tornaram-se padrões iniciais porque eram escassos, divisíveis e duráveis. Por volta de 600 a.C., o reino da Lídia (atual Turquia) emitiu as primeiras moedas de metal, fornecendo uma unidade de troca consistente e confiável.

À medida que o comércio se expandia, carregar grandes quantidades de moedas de metal tornou-se impraticável. No século VII d.C., a China introduziu as primeiras notas bancárias, que eram respaldadas por promessas do governo em vez de valor intrínseco de metal. Essa mudança foi significativa: o dinheiro tornou-se menos sobre valor físico e mais sobre a confiança compartilhada de que outros aceitariam em troca. Com o tempo, a moeda de papel se espalhou pela Europa e pelo resto do mundo, moldando a base dos sistemas monetários de hoje.

A ascensão das moedas fiduciárias respaldadas por governos

No século XX, a maioria das nações abandonou os padrões de metais preciosos, como o ouro, e adotou moedas fiduciárias como o dólar americano, o euro e o iene. O dinheiro fiduciário deriva seu valor não de ativos físicos, mas da autoridade governamental e da confiança pública. Os cidadãos aceitam porque os governos o declaram moeda de curso legal e exigem seu uso para impostos e dívidas.